POR ONDE COMEÇAR?

Havia tantos trabalhos a fazer que Rafael não sabia por qual deles começar. Comece pelo mais importante, disse-lhe seu chefe. Mas é nessa avaliação que está o problema, respondeu ele: Olho e não consigo distinguir o resultado mais relevante. Até enxergo qual a tarefa mais importante agora, mas será que o resultado da execução dela também o será?

Fiquei refletindo sobre essa história por alguns minutos. Não seria a dificuldade de Rafael semelhante à minha? É quase certo que sim. Não emprego muito tempo para decidir o que fazer primeiramente. Talvez seja por isso que, por várias vezes, depois de haver decidido em que ia trabalhar, gastei energia e tempo e, somente mais tarde, constatei haver escolhido a tarefa errada (errada não porque não devesse ser feita, mas porque poderia ser feita depois de outra, com muito mais adequação e melhor retorno).

É preciso utilizar um tempo razoável na pesagem das tarefas, ou melhor, dos imaginados resultados delas, em busca de minimizar prejuízos e maximizar ganhos. É difícil ensinar como ser bem sucedido nisso. O aprendizado virá com a prática e, provavelmente, a melhoria dos resultados, após vários erros cometidos. Enquanto não for descoberto um meio menos doloroso, vale a pena insistir nessa atitude.

Fazer mais e melhor em menos tempo agrada a Deus: “Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, mas como sábios, remindo o tempo, porquanto os dias são maus” (Ef 5.15,16).

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